Conheça Patrícia, a mais antiga monitora da Rek Parking

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Já são 7 anos de experiência e muita história para contar. A colaboradora de Santiago fala sobre os lados positivos e negativos da função.

“Foi um dia muito feliz e especial”, assim Patrícia Fortes, monitora da Rek Parking  na cidade de Santiago, define como foi a sensação de entrar para a nossa equipe. Atualmente ela é a monitora mais antiga da empresa, com 7 anos de estrada. Nesse período viu o sistema de estacionamento rotativo se modernizar, assim como o seu crescimento pessoal.

Patrícia é casada, mãe de dois doguinhos lindos – Pingo e Princesa, faz treino funcional e cursa Administração de Empresas. Ela se defini como persistente e focada nos seus objetivos (você vai conferir que é verdade). Além disso, está sempre disposta a ajudar os outros e prefere a verdade sempre. Conheça mais sobre ela conferindo a entrevista abaixo.

Patricia, você sabia que é a monitora mais antiga da empresa, com 7 anos de Rek Parking? Como você se sente sobre isso?

Me sinto lisonjeada com isso. Eu não achei que chegaria onde cheguei e que trilharia todo esse caminho na empresa. Eu evoluí bastante, sei disso. Me sinto muito feliz em estar onde cheguei.

O meu sonho sempre foi trabalhar na Rek Parking. Eu deixei vários currículos e insisti muito. Quando abriu uma vaga e eu fui chamada, estava trabalhando em outro local. No dia em que consegui a vaga, pedi demissão do outro emprego e foi um dia muito feliz e especial para mim, foi a conquista de um sonho.

Como é trabalhar na Rek Parking para você?

Sempre tento olhar para o lado positivo, os horários, o aprendizado, a parceria com os colegas e a valorização. A empresa me fornece feedbacks para saber quando estou indo bem e reconhece meu talento, isso me fez sentir valorizada e motivada.

Há um lado negativo, que é os usuários que nos tratam com falta de respeito. Um dia, um senhor se enfureceu comigo, achei que ele iria me agredir fisicamente. Mas existem muitas pessoas boas que defendem nosso trabalho.

Na sua opinião, qual o maior desafio do trabalho do monitor?

As pessoas que não entendem nosso trabalho ou utilizam de forma incorreta os equipamentos, não querendo receber instruções. Às vezes ficam bravas e não querem conversar, mesmo você sendo educado, pedindo “com licença” e “por favor”, elas são grosseiras. É bem complicado.

Nesses sete anos o trabalho mudou? Quais as principais mudanças?

Sim. Na minha pessoa, no início, eu era muito nervosa. Com o passar do tempo, amadureci e aprendi a me controlar, ficar mais calma. A rotina mudou com o sistema novo, que facilitou bastante o dia a dia do monitor. A maneira de trabalhar ficou melhor, mais prática.

Conte uma história engraçada ou mesmo emocionante que você já passou enquanto realizava o seu trabalho?

Nós estamos sempre fazendo brincadeiras, nossos intervalos são sempre divertidos. Uma vez, comprei uma base para mim que não era da cor certa, e passei no meu rosto inteiro. Minhas colegas riram muito e queriam tirar fotos de mim, porque eu fiquei muito engraçada.

Estamos sempre nos ajudando e eu não meço esforços para ajudar meus colegas, ajuda-los a conquistar seus objetivos é algo que faço com prazer. Sei que todos que estão nesse caminho juntos comigo merecem o reconhecimento e a valorização. Nossa equipe é muito unida e está sempre se ajudando e apoiando.

O que você gostaria que todos soubessem sobre o estacionamento rotativo ou sobre o trabalho do monitor?

Que nós somos seres humanos e estamos trabalhando. Que as pessoas não devem nos julgar, estamos na rua para fazer nosso trabalho, e não para roubar ou incomodar. Estamos ali para promover a rotatividade dos veículos e melhorar a qualidade de vida dela.

Obrigado Patrícia pela entrevista e pela dedicação ao seu trabalho. Aproveitamos para reforçar o que ela disse – os monitores são seres humanos, pais e mães de família, da comunidade e realizam um trabalho importante para a cidade. Valorize o monitor!

Patricia - monitora da Rek Parking

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